ALFABETO FONÉTICO DO TURISMO E HOTELARIA

No Turismo, de Segue abaixo o alfabeto fonético do turismo: forma geral, a comunicação é um fator determinante dentro do processo da venda do serviço, pois o cliente tem à sua disposição uma infinidade de empresas do mesmo segmento, e com certeza escolherá aquela que lhe prestar o atendimento mais rápido, claro, objetivo e atencioso, atrelando fatores como localidade e preço.

acolhendo ao telefone

O item mais acentuado no processo de comunicação: é a clareza das informações e dados fornecidos. Estes devem ser transmitidos de forma que ambos tenham certeza de que o outro realmente entendeu corretamente através de sua mensagem e de
que nada ficou somente subtendido. Para isso, foi criada uma forma diferente de soletração do alfabeto, que é usada mundialmente em quase todos os segmentos do Turismo, como agências de viagens, hotéis, empresas de transportes aéreos, entre outros.

Portanto, para atuarmos no turismo é imprescindível que conheçamos
o alfabeto fonético do turismo e hotelaria, pois este facilita a comunicação entre as pessoas, e minimiza os erros quando da escrita de nomes em bilhetes aéreos, reservas de hotel, dentre outras vantagens e finalidades.

A: Alfa                   N: November
B: Bravo / Beta     O: Oscar
C: Charlie             P: Papa
D: Delta                Q: Quebec
E: Eco                  R: Romeu
F: Fox                   S: Sierra
G: Golf                  T: Tango
H: Hotel                U: Uniform / União
I: India                   V: Victor
J: Juliet                 W: Whisky
K: Kilo                   X: Xadrez
L: Lima                  Y: Yanke
M: Mike                  Z: Zulu

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Sustentabilidade Hoteleira

Daniel Miranda

A sustentabilidade deixou de ser moda e passou a fazer parte do DNA de grandes empresas. E na hotelaria não poderia ser diferente. A logística reversa ou LR pode ser uma ferramenta a ser utilizada na busca de uma solução para problemas com resíduos gerados, bem como sua destinação para reaproveitamento ou reciclagem.

“Os fatores que mais motivam as empresas a se tornarem sustentáveis são: a sensibilidade ecológica, competitividade empresarial e a diferenciação da imagem corporativa” disse Hilton Gonzaga, proprietário da H2G Consultoria Ambiental.

Hotéis que implantaram programas de gestão ambiental, conseguem economia de até 30% em energia elétrica, 20% no consumo de água, 25% na geração de RSU (resíduos sólidos urbanos) e 15% no consumo de gás.

O Fluxo de LR reintegra materiais que podem retornar ao fluxo direto tradicional de
suprimentos, produção e distribuição. Os materiais que resultam
do fluxo reverso podem ser revendidos, recondicionados, retornar ao fornecedor,
reciclados ou serem descartados totalmente.

A natureza e a sociedade agradecem.

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Contato de olhar

Daniel Miranda

Você gosta de conversar com alguém que não te olha nos olhos? Que fica olhando para um lado, para o outro, mas nunca pra você? E aquela pessoa que fica olhando fixamente para você sem piscar? É muito importante fazer sempre contato de olhar e sorriso quando estiver interagindo com os hóspedes ou clientes. Aqui vão algumas dicas de como interagir através do contato de olhar.

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É muito importante saber exatamente para onde olhar quando interagindo com o hóspede. Estudos psicológicos comprovam que olhar fixa e diretamente nos olhos da outra pessoa causa desconforto por ser normalmente uma ação ligada a repressão. Um exemplo de que a pessoa com quem você está falando está incomodada é quando ela começa a piscar os olhos e evita olhar diretamente nos seus olhos, age como se fosse uma indicação para que a pessoa que está falando faça o mesmo.

Evitar de olhar para a pessoa também é negativo, independente das diferenças culturais do hóspede, dá-se a impressão de que a pessoa que está ouvindo não participa da conversa e ainda pior que ela não é considerada importante para a comunicação/mensagem em questão.

Quando falamos de contato de olhar, a cultura japonesa merece um cuidado especial. Sempre que atendemos um hóspede de origem japonesa nunca devemos manter o contato de olhar durante toda a interação. Sempre olhar para o ponto entre as duas sobrancelhas  conhecido como “terceiro olho”e desviar o olhar para outro objeto. Fazer isso com frequência durante todo o atendimento para que o hóspede não se sinta ofendido.

Du vin rouge ou du vin blanc, monsieur?

Paris, França. Dia chuvoso, 12º Celsius e uma vontade imensa de degustar um Cabernet Sauvignon genuíno. E hoje, iremos conhecer um pouco mais de um concurso que praticamente todos os países produtores desta casta fazem todos os anos de boa vindima.

Não gosto muito de acreditar que produtos regionais podem ser ou ter as mesmas essências, adjetivos e características similares em outras partes do mundo. Portanto, para mim ao menos, um Cabernet Sauvignon melhor ao tradicional francês seria apenas uma questão de gosto. E isso eu não discuto nunca. Especialmente por esta casta retratar de melhor forma as características de cada solo onde foi plantada, cada Cabernet Suavignon leva seu DNA local, não sendo tão importante apontar a melhor.

A casta Cabernet Sauvignon é reconhecida por muitos, a rainha mãe dos tintos, com sua potência moderada, graciosidade, e aromas únicos. Nasce do cruzamento das castas Cabernet Franc com a Sauvignon Blanc, tendo seu nome aparecendo em registros antigos sobre a enologia em finais do século XVIII.

Geneticamente muito fértil e versátil, teve sua adaptação praticamente no mundo todo, imigrando com louvores para a América do Norte, Chile, muito usada em cortes no Brasil e aqui na Europa.

Beringer-Cabernet-Sauvignon-Knights-Valley-Reserve

E meio distraído aos concursos de melhor Cabernet Sauvignon do mundo, sei apenas que o vinho Beringer Cabernet Sauvignon Knights Valley-Reserva 2009 da Califórnia, recebeu 94 pontos pela revista de vinhos Wine Spectator e ocupou um excelente oitavo lugar no top 10 dos melhores do mundo do ano de 2012.

Quanto a mim, gosto mais da ideia de dar luz a minha taça e me levo até um dos acessos da torre Eiffel e faço um brinde à cidade mais romântica do mundo. Peço um brinde aos apaixonados, ao bom gosto, ao bom humor e ao amor, que chega assim sereno e inesperado e que nos faz brindar e sorrir sozinho.

Um brinde ao amor e a Paris, que me fez fechar os olhos e dizer assim bem baixinho:

Tim-tim…

Bye e até breve,

David Chaves Saraiva.

Facas Laguiole

Berço da mais tradicional cutelaria francesa, empresa aposta na inovação para superar a concorrência.

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Apesar de estar escondida no interior da França, a cidade de Laguiole tem fama internacional. Ela é berço da indústria da mais tradicional e exclusiva faca francesa, que leva o nome da região.  Nas mesas dos restaurantes, um item não pode faltar: as facas da marca Forge de Laguiole.

A tradição nasceu há dois séculos e movimenta a economia da cidade, mas vem perdendo suas raízes devido à ganância de muitos empresários. No centro de Laguiole, muitas lojas vendem facas com a mesma forma e o nome das originais, mas que não necessariamente foram produzidas no vilarejo. A marca não foi registrada e não existe um sistema de denominação de origem controlada para proteger os produtos locais.

“Uma faca da Forge de Laguiole custa 40 euros e uma chinesa ou paquistanesa pode ser comprada por dois euros. Algumas lojas vendem uma faca importada pelo preço francês com o único objetivo de ganhar dinheiro a qualquer custo”, afirma Thierry, que largou o cargo de alto executivo em uma multinacional para comprar a empresa, que saiu da falência e hoje fatura mais de nove milhões de euros.

Antes de se reerguer, porém, a Forge de Laguiole foi vítima do próprio sucesso. Na década de 90, o designer Philippe Starck redesenhou alguns modelos da marca e as peças viraram ícones da cutelaria sofisticada e moderna. Não demorou para que as facas começassem a ser copiadas. Agora, a empresa combate a concorrência desleal com inovações. A cada ano, um grande nome do design é convidado a criar novidades.

fonte: g1.globo.com