Artista faz pinturas usando vinho

A artista italiana Elisabetta Rogai resolveu trocar a tinta por vinho em seus quadros. Usando vinho branco e tinto, as cores das telas sofrem alterações ao longo do tempo. O vinho envelhece assim como acontece na garrafa.

Para conseguir trabalhar com a substância, a artista acrescentou um pouco de farinha e o resultado foi um líquido mais espesso.

Redação Galileu

 

Como obras de arte: bebidas alcoólicas vistas pelo microscópio

A empresa americana Bevshots resolveu registrar microscopias de diferentes bebidas alcoólicas. O resultado: imagens incríveis que parecem, até mesmo, obras de arte!

Com o zoom de até mil vezes, usando um microscópio de alta tecnologia, foi possível mostrar que cada líquido tem formato único.

Confira o resultado incrível!!!

Champanhe

Vodka com água tônica

Vodka

Vinho Tinto


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Whisky

http://revistagalileu.globo.com

Daniel Miranda

Show Time!!!

Não há como negar que o flair no Brasil está cada vez mais em evidência. No Rio de Janeiro, campeonatos cada vez maiores e mais estruturados atraem profissionais e curiosos. Um dos grandes responsáveis por isso é um uruguaio, de coração brasileiro e alma carioca. Com mais de vinte anos de profissão e passagem por vários países, Walter Garin, hoje, é referência nacional e internacional em campeonatos de flair. Grande incentivador de novos talentos, Walter já vê um grande futuro para a categoria no Brasil: ” Eu na Shake-RJ incentivo ao máximo meus alunos a competirem, pois sei que somente esse treinamento para campeonatos vai fazer  com que nossa classe cresça e chegue a um nível similar ao que se vê hoje nos Estados Unidos e Europa. E mostrar que isso é muito mais que um esporte. É uma arte. E com esses tipos de eventos, fazemos chegar essa informação para o público em geral que não sabe tudo que envolve essa paixão”. No seu último evento, chamado Shake Rio Open Flair 2011, ele reuniu campeões sul americanos, mundiais e, claro, brasileiros. Quer uma prova disso? Show time!!!

Nas alturas das Highlands – Descobrindo a Escócia

A Escócia, apesar de não ser o país mais visitado do Reino Unido, é um  lugar que abriga as mais belas paisagens do mundo.

Um amigo  meu alemão, passa suas férias todos os anos por lá. Ele sai da Alemanha no seu Jipe 4×4, passa pelo Eurotúnel e prossegue no seu trajeto até as Highlands.

Seu apelido não podia ser outro,  Highlander. Numa oportunidade ele me convidou para acampar no Norte do País. Esta foi minha chance de entender o seu amor por aquela terra.

Apesar dele ter passado por Londres, onde eu morava naquela época, nos encontramos em Glasgow e de lá fomos direto para Inverness.

Inverness é uma cidade muito charmosa e pacata, como quase todas as cidades escocesas. Visitamos algumas destilarias de whisky e lá tive o primeiro contato com a culinária local. Meu amigo me fez provar o Haggis, e me disse que era melhor não saber o que era, e assim o fiz. Mais tarde descobri que eram basicamente os resto mortais do carneiro misturado no mesmo prato. Tudo bem, ir na Escócia e não provar Haggis é o mesmo que não ir na escócia…

Depois dirigimos em direção as Highlands. Durante o percurso, acampamos por várias vilas e conhecemos pessoas que, diferentemente da maioria dos britânicos, eram muito receptivas. Subir aquelas regiões montanhosas que, em direção ao céu, parecia não ter fim, estar por cima das nuvens, assistir o céu multicolorido ao entardecer ao som da gaita de fole, era realmente a sensação de paz que não se encontra em nenhuma parte do globo.

Passamos pelo Lago Ness, onde todos esperam ver um dia o monstro Nessie, conforme diz a lenda. Conhecemos também o castelo Eilean Donan onde filmaram Highlander e claro, não podíamos deixar de usar Kilt, o tradicional saiote escocês.

Definitivamente, Escócia é um dos lugares mais inesquecíveis que conheci.  Estar lá é literalmente estar no céu.

Raphael Martins

Vinho e algo mais… Alguns segredos sobre harmonização

Sempre ouvimos falar aquela famosa frase: “Vinho branco para carnes brancas e tintos para carnes vermelhas e bem condimentadas.”

E aí? Digamos que eu queira comer um faisão ou uma galinha d’angola, qual vinho você me recomendaria? Faisão, galinha d’angola, lebre, capivara… São carnes exóticas e muito consumidas na Europa e podemos, sem sombra de dúvidas, harmonizar com um bom vinho tinto. São carnes de sabor forte que pedem um vinho mais encorpado, mas também podemos harmonizar com um bom vinho branco, como um Riesling ou quem sabe um Gewurstaminer, uma uva da região da Alsácia.

É uma uva que vai bem com qualquer tipo de carne mais forte. Você poderá, sem dúvida alguma, harmonizar um Malbec com um salmão, com um frango ao molho curry ou até mesmo um frango ao molho de mostarda.

Lembre sempre que, quem paga um bom vinho, sabe exatamente o que vai consumir. Portanto se você sugerir um vinho Mosel para um salmão, estará cometendo uma gafe.

Eu, como Maitre-Sommelier, tenho sempre a mania de opinar sobre escolhas de serviços aos meus clientes. Procuro sempre “relembrar” meus amigos que, mais importante do que harmonizar um bom vinho com um belo prato, antes, devemos levar em conta alguns fatores muito importantes como: COM QUEM, AONDE E O MOMENTO.

Mais do que não causar “conflitos” de sabores na boca, acho de muito bom senso usarmos nossa imaginação. Uma companhia agradável, requer um vinho calmo, sem muitas virtudes e complexidade. Para uma companhia cheia de “malícia”, eu sugeria um vinho tinto com muita flor, madeira, de taninos e notas quentes, para antes de mais nada, abrir o apetite mais secreto. Se for em jantar então, velas aromáticas e Rod Stwart ao fundo.

Harmonizar significa interagir. O vinho proporciona momentos e sensações tão únicos, que certamente esse momento não ficará esquecido nas mentes mais distraídas. Mas ao invés de se perder com o tempo como nossa bebida dos deuses, ele amadurecerá com o tempo!

Bye e até breve,

David Chaves Saraiva