Garçom – Robô

Robôs-samurai são personagens bastante incomuns, agora imagine quando eles trazem sua comida em um restaurante Tailandês. Pois isso existe de verdade em Bankok.

O restaurante Hajime emprega samurais mecânicos para servirem o balcão. Ou seriam robôs garçom fantasiados de samurai? Isso pouco importa. O que interessa é que a sua comida chega rapidinho e é colocada com delicadeza pelo garçom que não erra o pedido, não derruba a bandeja, nem tropeça.

A dona do restaurante, Lapassarada Thanaphant, afirma ter gastado 30 milhões de Bahts, o equivalente a R$ 1,6 milhão.

Todos os quatro garçons do restaurante são robôs fabricados no Japão. O cliente faz o pedido através de uma tela touchscreen localizada na “barriga” do atendente. Depois de alguns minutos os samurais de aço voltam com os pedidos. Eles também dançam para entreter os clientes e retiram a louça suja.

Fonte: http://virgula.uol.com.br

Daniel Miranda 

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Hotel de lixo

Uma simples idéia tem rendido generosas cifras para o empresário amazonense Moisés David Bicharra. ‘Sem querer’ ele pegou um nicho de mercado que, além de gerar economia para a empresa, ainda atrai clientes de várias partes do Brasil e até do exterior por conta do apelo ambiental. Trata-se do hotel de selva Amazonfish Tourism, um complexo que inclui, entre outras coisas, quadra de futebol, vôlei, restaurante, bar molhado e chalés. Tudo isso construído com produtos reciclados, sendo as garrafas PET as matérias-primas principais.
 O hotel, de 25 hectares, está localizado à margem direita do rio Negro, mais precisamente no município do Iranduba (a 25 quilômetros de Manaus). Esse é único ponto de referência que o proprietário admite informar, segundo ele, isso é uma estratégia para manter o hotel menos lotado possível, uma vez que a capacidade ainda é pequena. “Só recebo 100 pessoas. Quando lota, não tem mais como receber outros clientes. Essa é a nossa capacidade atual”, explicou Bicharra.
Um atrativo indispensável para a garotada, porém o que mais encanta as crianças, é a chegada ao hotel onde o proprietário faz questão de mostrar o viveiro, onde possui uma criação com varias espécies de peixes regionais e de todos os tamanhos. Um lugar mágico, onde poucas crianças têm o privilégio de ver de perto um pirarucu com mais de 2 metros de comprimento. Elas ficam ‘’loucas’’em ver como a natureza é exuberante, nessa hora pode perceber que os brinquedos do cotidiano são meros coadjuvantes e a atração principal fica por conta do espetáculo que somente a natureza pode proporcionar.
Para construir o complexo, que levou sete anos para ficar pronto, Moisés Bichara usou ainda outros tipos de material reciclado. Até mesmo o granito do piso do auditório para convenções e reuniões é reaproveitado. A madeira das estruturas das janelas é feito a partir de restos de alumínio e a tinta usada para pintar o telhado, que é de garrafa PET, é borra de material reciclado.
O mais curioso é que os chalés e as quadras de futebol ficam submersos, resultado da utilização das garrafas como uma espécie de ‘bóias’ de suspensão, a exemplo dos troncos de árvores que os caboclos amazonenses usam nas residências flutuantes.
Com tanta demora na construção, Bicharra não sabe sequer analisar o valor investido em cada detalhe do local. Talvez a resposta esteja na forma que ele encontrou para sair de uma vida ‘dura’ para hoje usufruir do produto de seu trabalho e persistência.

De celeiros a hostels – A evolução dos albergues

O professor alemão Richard Schirmann adepto de excursões rurais teve a idéia de conceber uma hospedagem barata para os alunos, em agosto de 1909. Pouco depois era inaugurado na  cidade  de Altena, no Sul da Alemanha, o primeiro Albergue da Juventude, que está em funcionamento até os dias atuais.
O excelente resultado abriu caminho para a expansão do alberguismo pela Europa no final da década de 20. Das acomodações improvisadas em celeiros à atual infra-estrutura padrão, os albergues da juventude ganharam o mundo, ao oferecer diárias com preços mais em conta e permitir uma maior troca cultural entre os alberguistas de diversas nacionalidades. No Brasil, o movimento chegou em 1961, através dos educadores Joaquim e Ione Trotta, que fundaram no Rio de Janeiro a Residência Ramos, primeiro albergue brasileiro. Com a criação em 1971 da FBAJ — Federação Brasileira dos Albergues da Juventude, passamos oficialmente a integrar o movimento alberguista mundial, com escritórios em vários estados. Hoje, podemos encontrar albergues com quartos coletivos ou suítes com banheiro particular, ar condicionado, internet, serviço de transfer,  tours e programas esportivos.

Mini Hotéis – Sleep Box

Dormir é uma das atividades mais importantes do ser humano. No entanto, no ritmo moderno de vida, a boa e velha “cochilada” vem sendo deixada de lado para conseguirmos atender aos prazos e deadlines loucos que são, no final das contas, auto-impostos pela sociedade.

De qualquer maneira, a criatividade infindável dos designers consegue espremer nos lugares mais estranhos um tempinho para relaxamento. Esse é o conceito dos mini-hotéis que estão proliferando em aeroportos e estações de trem no mundo todo. Um lugar mínimo, porém com conforto e privacidade o suficiente para darmos uma pausa na correria de nossas vidas!

Daniel Miranda

Fonte: http://www.thecoolhunter.com.au

Quem tem sede bebe água, quem tem bom gosto bebe vinho!! Um brinde à vida!

Hoje faremos um passeio pelas 7 pontes que marcam a entrada do rio Douro na cidade do Porto. Embarcaremos em Nóz, com capacidade para aproximadamente 80 passageiros, mas que naquela época levava somente cerca de 30 a 40 tripulantes, deixando maiores espaços para as Pipas de vinho. Esses passeios acontecem regularmente no rio Douro, transportando turistas do mundo inteiro para conhecerem o Douro Valley, caves de vinho do Porto e os encantos das Encostas de Uvas Portuguesas que fomentam uma verdadeira religião em torno desse mercado vinífico.
Embarco no simpático Douro Blue, um barco de tons fortes, traços antigos e que sai lotado de franceses, holandeses e ingleses. Vamos na direção Sul , direto ao encontro da quinta de Ferreirinha, uma grandiosa propriedade que se encontra na margem sul do rio Douro entre os Castelos de Numão e Lavandeira, edificados para controlar o curso do antigo rio nos séculos XI e XII. As suas extensas vistas são famosas e frequentemente utilizadas para descrever as belezas do rio do Douro onde nasce o Vinho do Porto. E, de posse de minha “Ruivinha”(Porto Ferreira Ruby), romanticamente a levo os meus lábios e degusto uma experiência única, que é navegar no rio Douro, vislumbrar uma vista sem igual, apreciar um bom Vinho do Porto, que inclusive indico para terem em casa e oferecerem aos amigos numa visita.
Na volta sou informado que num sorteio de brindes aos passageiros meu bilhete foi o sorteado a ganhar uma garrafa de Porto Ferreira Vintage 2000(LBV)! Por enquanto, e tão somente por enquanto, sorte no jogo, azar no amor..
Bye e até breve,
David Chaves Saraiva.